Trabalhos

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Temos contribuído, desde 2014, com a Cochrane Collaboration no esforço mundial de tradução dos abstracts das revisões sistemáticas publicadas pela entidade. A Cochrane produz sínteses da literatura científica na área de saúde, com dados estatísticos que permitem tomar melhores decisões.

Apresentamos, no último congresso da Cochrane, a experiência com a revisão dos textos traduzidos por voluntários no Brasil, e nos destacamos como o país que tem um protocolo de revisão dos textos bem organizado, que abrange a correção do uso da língua portuguesa, a verificação da fidelidade de sentido com o original e o polimento do texto, principalmente a parte dos resumos que é dirigida ao público leigo (que a Cochrane chama de “Plain Language Summary”).

Analisamos a quantidade e tipo de erros que os voluntários cometem e que precisam ser corrigidos antes da publicação dos resumos. A Cochrane achou interessante expor essa experiência para toda a comunidade de pesquisadores e autores de revisões sistemáticas no mundo, e publicou-a no blog: https://community.cochrane.org/news/blog/cochrane-translations-importance-review-process

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O projeto editorial de uma publicação é um documento que descreve detalhadamente as características, o conteúdo e o seu plano geral de funcionamento. O Projeto Editorial (de um periódico, de um livro, de um site) é um patrimônio institucional da instituição que o publica. Serve para planejar detalhadamente os rumos desse canal de comunicação com o público do ponto de vista editorial e, por isso mesmo, ajuda a manter a sua qualidade ao longo do tempo. Funciona mais ou menos como a planta de uma casa a ser construída, planejada de acordo com as características da família que nela vai morar.

 

Sem a descrição de um projeto editorial, o canal de comunicação perde consistência, coerência e permanência na memória do cliente, pois seus diversos elementos (seções, conteúdos) ficam desconectados. Sem o projeto editorial, há um grande risco de o produto modificar-se ao longo do tempo à revelia de um planejamento, tomando rumos não desejados pela instituição detentora da obra. Os rumos do veículo, no caso de um periódico ou site, podem se alterar ao longo do tempo sem que a instituição se dê conta disso ou até mesmo sem que deseje as mudanças.

 

O Projeto Editorial é um documento que serve para que os membros da equipe da instituição tomem conhecimento de qual é o seu objetivo e quais são as metas para o cumprimento de cada etapa de trabalho. Ele traz um conjunto de normas a serem seguidas para aquele produto editorial. Assim, mesmo com a mudança da equipe, substituição de editores ou dirigentes, o fluxo de trabalho permanece.

 

A documentação do Projeto Editorial é também uma maneira de oficializar e reconhecer adequadamente o trabalho do editor, que serve como consultor para a montagem do novo veículo, coordena o trabalho da equipe (de programadores, de outros redatores, de fotógrafos), trabalha em conjunto com os designers gráficos, e investe seu tempo no planejamento de todo o trabalho: seu, e de outros profissionais envolvidos. O editor realiza, por meio da confecção do Projeto Editorial, a programação do trabalho a ser realizado em consonância com os objetivos e expectativas do cliente. No caso de periódicos científicos, o editor-chefe tem a função primordial de selecionar o conteúdo a ser publicado em cada edição, e o editor assistente ou associado precisa auxiliá-lo cumprindo normas e procedimentos previamente descritos num Projeto Editorial.

 

O Projeto Editorial deve conter:

 

– qual o objetivo/missão do produto/empresa

– qual o título e ISBN ou ISSN

– quais são as seções (ou capítulos) e conteúdos do veículo (jornal, revista, portal na internet, livro, periódico científico) e a que se destinam

– qual a periodicidade mínima e máxima da publicação no caso de periódicos (jornal, revista, página na internet)

– como devem ser formatados os elementos componentes (qual a linguagem do texto? Qual sua extensão mínima e máxima?)

– como serão usadas imagens (fotografias, ilustrações), em que situações, de que maneira, e como será produzido esse material

– no caso de livro, quem são os autores

– de onde vêm e como são obtidos os textos de colaboradores externos

– no caso de periódico científico, quais são os critérios de autoria, ou seja, o que faz de um autor realmente um autor e não um colaborador

– as responsabilidades de cada membro da equipe (ou conselhos)

– qual o prazo mínimo e máximo para execução de cada tarefa e qual o cronograma do primeiro número.

 

A Palavra Impressa realiza a análise crítica de produtos em publicação e a redação do Projeto Editorial desses e de produtos a serem publicados (novos). Após a redação do Projeto Editorial e submissão inicial ao cliente, alterações no planejamento do trabalho ou em detalhes do documento são discutidas e implementadas no Projeto. Uma vez obtida a aprovação do cliente, o editor formata o documento final para entrega e arquivamento, para que se inicie o fluxo de trabalho propriamente dito. Periodicamente (por exemplo, todo ano ou a cada dois anos), no caso de periódicos (revistas, jornais) e de portais na internet, o Projeto Editorial pode (e deve) ser revisto criticamente, e pode ser alterado. No caso da publicação de livro, a pré-impressão encerra o Projeto.

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Comum é que grandes empresas iniciem ações filantrópicas e assistenciais disfarçadas de ações e projetos sociais, como forma de obter incentivos fiscais e benefícios em marketing.

Incomum é que elas sejam capazes de reunir-se com outras corporações, num difícil exercício de diálogo, de forma a elaborar e conduzir em conjunto um projeto social.

Comum é identificar os mais flagrantes problemas sociais brasileiros (a fome, a droga, o alagamento) e realizar campanhas para transferência de renda, doações, socorro imediato de curto prazo.

Incomum é identificar uma demanda que permanece muitas vezes escondida, ou não tão evidente, e direcionar a ela os esforços de sua equipe e financeiros.

A Palavra Impressa acaba de editar mais um relatório de sistematização de projeto social, este sim, a respeito de uma iniciativa incomum.

A RedEAmérica reúne mais de 70 organizações de origem empresarial, e que têm um bloco formado por instituições brasileiras. Para apoiar a diminuição da pobreza e aprofundar a democracia, ou seja, fortalecer as capacidades coletivas nas comunidades para que elas mesmas superem as condições adversas o Bloco Brasil da RedEAmérica conduziu um projeto ambicioso, audacioso, voltado para e envolvendo jovens reunidos em coletivos e organizados em redes com capilaridade pelo país. Os membros do Bloco Brasil experimentaram a riqueza de atuar em rede, no exercício de um programa que descrevemos nessa publicação. O projeto, incomum, se chama Iniciativa Comum, e mostrou que a juventude é uma surpreendente e preciosa porta de entrada para o desenvolvimento de base, representa uma oportunidade de contato estreito e próximo com a comunidade e com grande alcance e poder de mobilização. Provou também que a arquitetura do projeto em rede, mesmo quando não há controle total do que está sendo produzido, funciona e produz ganhos de escala. O projeto gráfico, do Estúdio Infinito, deixou flagrante a juventude e o conceito das redes na publicação.

Convidamos à leitura!

http://www.foco.org.br/_midias/pdf/2014/04/08/iniciativa_comum-764-534432c0e8828.pdf

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A Palavra Impressa continua cuidando da Comissão História da Ortopedia Brasileira (CHOB), da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), e montou, em 14 a 16 de novembro, o segundo Museu da Ortopedia. Durante o congresso nacional da especialidade, realizado em Curitiba (PR), levamos alguns documentos originais bastante antigos para exposição aos congressistas, num estande especialmente montado.

 

Cuidadosamente transportadas e dispostas em vitrines fechadas estavam relíquias da SBOT, como por exemplo a carta, de 1939, em que Achilles Araújo declara para Renato Bomfim que criaria a Revista Brasileira de Ortopedia (RBO) e que a editaria sozinho, mesmo que não tivesse ajuda de ninguém. É a certidão de nascimento da RBO, redigida a caneta tinteiro em folhas de receituário de papel de seda, que estavam costuradas e dobradas num volume com encadernação de qualidade ruim. Fizemos a restauração e a preservação do documento, a transcrição da carta (já que a caligrafia é difícil de compreender) e expusemos o material juntamente com fotos do trabalho de restauro e higienização do material.

 

Levamos também o dossiê completo de inscrição na SBOT do ortopedista que foi o segundo editor da RBO, Donato D’Angelo. Na época de sua afiliação à SBOT, era necessário entregar currículo completo, datilografado, e cópias de documentos provando a atuação na especialidade. Na década de 1960 ainda não havia sido criada a prova de Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia (TEOT), exame essencial para o ingresso na sociedade hoje. Os documentos também foram preservados pela CHOB e foram expostos no congresso para que os ortopedistas conhecessem um pouco do trabalho da CHOB e da história da SBOT.

 

O mais divertido, porém, foi mostrar a caixa de fichas de examinadores do TEOT, das décadas de 1980 a 2000: o presidente da SBOT, Flávio Faloppa, o vice e futuro presidente, Arnaldo Hernandez, e outros membros da diretoria, como Walter Albertoni, Cláudio Santili, Patricia Fucs, estiveram no estande da CHOB e divertiram-se com suas antigas fotos 3 x 4 ainda com cabelos, sem óculos, sem cabelos brancos… A caixa com os “fichados do TEOT” pôde ser manuseada (com cuidado e supervisão) para procura de colegas e serviu para provocar muitas risadas. A maioria nem se lembrava de sua existência.

 

A Palavra Impressa continua à disposição da SBOT para continuar o trabalho de preservação dos documentos históricos de seu acervo e sua exposição adequada para os membros. Preservar a registrar a história de instituições como essa é um trabalho que realizamos com prazer.

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O sistema eletrônico de publicação do currículo da Plataforma Lattes gera automaticamente um pequeno texto introdutório com base nos dados que foram enviados. Porém, esse texto, produzido automaticamente pelo computador, frequentemente aparece com erros, truncado e sem sentido, e não coloca em evidência as principais qualidades do indivíduo que está sendo retratado. Nem todos sabem, mas é possível editar o texto introdutório do currículo Lattes antes de publicá-lo, escrevendo esse parágrafo com um texto correto e mais adequado para traduzir para o leitor, rapidamente, a enorme quantidade de dados que cada currículo pode trazer, transformando uma enorme lista numa história da carreira que faz sentido. 

Além de ser exigência da maioria das universidades, institutos de pesquisa e instituições de fomento/financiamento do país, permitindo o ingresso em programas de pós-graduação, um currículo publicado na Plataforma Lattes é também uma vitrine profissional. O currículo é consultado por empresas contratantes e por clientes em potencial. Mantê-lo no ar, atualizado e digitado corretamente é muito importante. Isso vale também para o texto introdutório, que pode ser lido antes mesmo da abertura do currículo completo.

A Palavra Impressa organiza o currículo Lattes de seus clientes, realizando a montagem inicial, para quem ainda não tem um, ou a atualização do currículo Lattes na Plataforma. Há também a possibilidade de realizar simultaneamente a digitalização dos certificados e diplomas inseridos, para posterior arquivamento em computador (evitando o manuseio de papel).

A tabela de preços pelo serviço é a seguinte:

– Taxa inicial de R$ 150,00 (não importando o número de certificados inseridos ou o número de atualizações ou correções); esta taxa inclui revisão geral para correção de erros de digitação ou de classificação de entradas em currículos já presentes na Plataforma. 

– R$ 2,80 por novo certificado ou nova entrada inseridas no Currículo

– R$ 1,90 por certificado digitalizado (pode ser entregue por email ou CD/pen drive).

Para contratar o serviço, entre em contato pelo email: editora@palavraimpressa.com.br ou cristiane@palavraimpressa.com.br.

 

 

 

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Janeiro chegou voando. Aterrissou rápido, mas como um grande cargueiro, entregando uma quantidade enorme de realizações na empresa. 

 

Publicamos dois livros para a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), nossa antiga parceira de trabalho. Publicamos o Relatório de Gestão 2011 da SBOT e também da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), demonstrando o quanto essas instituições têm crescido e se desenvolvido. É um privilégio poder testemunhar esses percursos, produzindo peças muito importantes para o seu registro histórico. Nessa linha, projetamos, instituímos e conseguimos tornar permanente a Comissão História da Ortopedia Brasileira, dentro da SBOT, atuando na organização, catalogação, higienização e preservação física de documentos com mais de 70 anos de idade: um trabalho que está só começando na Sociedade.

 

O que mais nos deixa satisfeitos é que, além de desenvolver esses grandes projetos, a Palavra Impressa não deixou de dar atendimento aos seus clientes individuais, pesquisadores cujos textos nós ajudamos a redigir, revisamos, formatamos, traduzimos. Pesquisadores a quem damos toda a assistência necessária durante o ano, no contato com as editoras dos periódicos científicos e das universidades onde defendem suas teses. Brigamos pela aprovação de seus trabalhos, resolvemos intercorrências (e isso é mais do que simplesmente entregar textos prontos). Ajudamos todos a publicarem seus trabalhos em 2011, e já começamos 2012 a todo vapor.

 

Desejamos aos nossos clientes, os habituais e os que virão, que possam ver 2012 como um ano de mais realizações. Estamos aqui para ajudar: nós adoramos publicar!

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Trabalhamos muito em 2010. O ano ainda nem acabou, e ainda temos bastante o que fazer.

Editamos livros (dois para a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, dois para a Fundação Instituto de Administração, lançados pela Atlas). Revisamos capítulos de livros para a Editora Manole. Produzimos sites (este inclusive), ajudando nossos clientes a se comunicarem com os clientes deles. Produzimos atividades lúdicas e educativas (chamamos de “desafios”) para estudantes do Colégio Ítaca. Continuamos, como fazemos há 10 anos, a editar as duas revistas científicas da Associação Paulista de Medicina (APM), a Diagnóstico & Tratamento e a São Paulo Medical Journal. Preparamos textos que ajudaram a convencer julgadores sobre a qualidade dos projetos sociais desenvolvidos pela Fundação Itaú Social e o Banco Itaú.

Preparamos muitos textos científicos para publicação em revistas biomédicas, auxiliando pesquisadores a encontrar um lugar certo para seus resultados, tornando-os disponíveis para toda a comunidade que produz ciência (e dela se alimenta). Atendemos esses clientes em todas as etapas da produção científica: a coleta dos dados e sua interpretação, a redação dos artigos, a revisão ou edição de textos produzidos por eles, a tradução ou supervisão da tradução. Orientamos residentes da Santa Casa de São Paulo, Pavilhão Fernandinho Simonsen, sobre como planejar suas pesquisas e redigir seus artigos científicos, a começar pela pesquisa bibliográfica. Intermediamos a relação dos pesquisadores com as revistas científicas, auxiliando na argumentação, na formulação de respostas a questionamentos e facilitando a comunicação com os editores. Administramos o fluxo de produção dos clientes que têm muitos trabalhos em andamento ao mesmo tempo (como do Departamento de Hematologia do Hospital Albert Einstein). Ajudamos também alguns a redigirem e revisamos suas monografias de conclusão de cursos de especialização, suas dissertações de mestrado e suas teses de doutorado. Produzimos diapositivos para apresentarem aulas nessas defesas de tese e em congressos. Ah, sim!: também produzimos pôsteres (conteúdo e parte gráfica) para apresentação em reuniões científicas.

Nesse período, passaram por nossas mãos materiais sobre medicina (ortopedia, hematologia, psiquiatria, sexologia, dermatologia, patologia, cirurgia geral, urologia, mastologia), psicologia, sociologia, economia, administração, tecnologia da informação e até aviação. Tivemos a honra de ler esses excelentes trabalhos, aprender com eles, e ajudar a torná-los um pouco melhores, ou mais bonitos, ou mais fáceis de compreender. E ainda temos muito o que fazer: ainda há artigos para editar e publicar, textos para publicar em sites, serviços a finalizar e outros para começar. A Palavra Impressa não para.

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A Palavra Impressa auxilia empresas e organizações não governamentais a conseguirem reconhecimento por suas iniciativas sociais e em negócios. Inscrever projetos em prêmios, nacionais e internacionais, exige uma argumentação bem fundamentada, consistente e de leitura agradável, própria para agradar e convencer os mais exigentes árbitros. 

Em 2009 e 2010, esse trabalho resultou em alguns importantes resultados para o Itaú Unibanco e para a Fundação Itaú Social. O projeto tecnológico de TI Verde do Itaú Unibanco ⎯, que resultou em enorme economia de energia e de aproveitamento de 98% do lixo eletrônico pelo maior banco privado do país ⎯ venceu o Prêmio Green Enterprise IT Awards, do Ethical Corporation Awards, na categoria Joint IT and Facilities Innovation. A iniciativa é inovadora: o banco reuniu os departamentos de TI e de infra-estrutura sob o mesmo conselho de direção, com missão, objetivos e responsabilidades compartilhadas. Mantendo 100% de eficiência e disponibilidade dos serviços eletrônicos, o programa resultou em significativa economia de energia e redução de custos anualmente. O texto para inscrição no prêmio foi redigido em inglês. 

Em dezembro de 2009, a Fundação Itaú Social venceu o Ethical Corporation Awards 2010, Corporate Citizen of the Americas com O Melhor Programa para as Américas: Olimpíada de Língua Portuguesa. A premiação é concedida pela Fundação para as Américas, órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA), a instituições privadas que desenvolvem ações de combate à pobreza no continente. A edição de 2009 avaliou 50 programas de responsabilidade social corporativa de 44 empresas com atuação nas Américas, entre elas o do Itaú, cujo texto para inscrição foi produzido pela Palavra Impressa. Os projetos foram analisados por um comitê de especialistas internacionais e representantes do setor privado, além do secretário-geral assistente da OEA.

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